O Natal ainda nem chegou oficialmente, mas na casa de Poliana o clima já é de festa, emoção e muita correria. Com Zé Felipe já ao lado dos filhos, a família se reuniu dias antes da data para cuidar de cada detalhe da comemoração, transformando os preparativos em um verdadeiro espetáculo de convivência, carinho e união. Nada de ensaio perfeito ou silêncio organizado. O que se viu foi uma casa viva, cheia de gente, conversa, risadas e aquela bagunça boa que só o Natal em família consegue trazer.

Desde cedo, Poliana deixou claro que o ritmo estava intenso. Faltavam poucos dias para a noite mais esperada do ano, e a sensação era de que ainda havia mil coisas para resolver. Entre compromissos, ajustes de última hora e decisões práticas, ela se dividia entre o papel de anfitriã, mãe, profissional e aquela pessoa que quer que tudo saia exatamente do jeito certo. Natal em casa é assim: a gente se cobra mais, se preocupa mais e, ao mesmo tempo, se envolve muito mais.

Enquanto a casa fervilhava de atividade, Zé Felipe já curtia o tempo com os filhos. Em meio ao calor típico de Goiânia, a solução foi simples e cheia de afeto: sorvete. Poliana, sempre atenta aos detalhes, escolheu sabores que agradavam a todos, desde os preferidos das crianças até opções que ela mesma adora. O gesto, aparentemente simples, diz muito sobre o clima da casa. Não se trata apenas de uma grande celebração, mas de momentos cotidianos transformados em lembranças afetivas.

Família inteira reunida! Zé Felipe, Leonardo e Poliana comemoram três anos  de Maria Flor - Portal Leo Dias

A movimentação não parava. Pessoas indo e vindo, equipe organizando, ajustes na decoração, detalhes sendo pensados para que tudo estivesse pronto no horário certo. Poliana não escondia o cansaço, mas também não disfarçava a satisfação. Mesmo em meio à correria, ela fez questão de desejar aos seguidores uma noite de Natal cheia de paz, fé, saúde e gratidão, mostrando que, apesar do ritmo acelerado, o significado da data permanecia intacto.

Um dos momentos mais comentados foi quando Poliana apareceu ainda resolvendo pendências no escritório, já no dia 24. Para muitos, a cena foi facilmente identificável. Quem nunca precisou resolver algo de última hora justamente quando tudo deveria estar pronto? Essa mistura de trabalho, família e responsabilidades deu um tom ainda mais real ao que estava sendo mostrado. Não era um Natal idealizado, distante, mas algo possível, humano e próximo da realidade de muita gente.

A casa, aos poucos, foi se enchendo ainda mais. Poliana e a mãe de Ana Castela se arrumavam juntas, em um clima leve, descontraído e cheio de cumplicidade. A ideia era simples: todos comemorariam o Natal juntos. E essa união entre famílias diferentes, amigos próximos e pessoas queridas trouxe um peso emocional forte para a celebração. O Natal, ali, não era só sobre tradição, mas sobre escolha. Escolha de estar junto, de compartilhar, de somar histórias.

Entre brincadeiras, comentários espontâneos e pequenas provocações bem-humoradas, o ambiente se mostrava longe de qualquer rigidez. Risadas surgiam do nada, conversas se cruzavam, alguém aparecia arrumado, outro ainda se preparando. Tudo acontecia ao mesmo tempo. E talvez seja exatamente isso que torne o Natal tão especial: essa mistura de imperfeição, expectativa e afeto.

As crianças circulavam pelo espaço com naturalidade, como quem sabe que aquele lugar é seguro, acolhedor e cheio de amor. Zé Felipe interagia, brincava, participava do momento sem pressa, mostrando que, mais do que a festa em si, o que realmente importava era o tempo compartilhado. Em meio a agendas cheias e compromissos constantes, esse tipo de presença ganha ainda mais valor.

O calor, as brincadeiras sobre suor, as trocas de roupa, os comentários descontraídos… tudo isso ajudou a construir um retrato sincero dos bastidores de um Natal real. Não aquele que aparece apenas nas fotos prontas, mas o que acontece antes, durante e entre um detalhe e outro. O Natal que cansa, mas que também aquece o coração.

À medida que o dia avançava, a expectativa crescia. Mesmo com a correria, dava para sentir que tudo estava caminhando para um momento especial. A casa se transformava não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Cada pessoa ali parecia carregar uma história, uma lembrança, uma conexão que fazia sentido naquele encontro.

No fim das contas, o que se viu na casa de Poliana foi mais do que a preparação para uma ceia. Foi a construção de um momento coletivo, feito de pequenos gestos, conversas simples e presença verdadeira. Um Natal que não depende apenas de decoração ou cardápio, mas de quem está ao redor da mesa.

E talvez seja exatamente isso que mais tocou quem acompanhou esses bastidores. Em meio à correria, ao calor e às tarefas intermináveis, ficou claro que o Natal, quando vivido de verdade, começa muito antes da meia-noite. Ele começa na escolha de estar junto, no cuidado com os detalhes e, principalmente, no amor compartilhado sem roteiro.