Arrascaeta todo mundo já sabe. Para muitos, o uruguaio é consenso quando o assunto é talento, regularidade e impacto no futebol brasileiro. Mas a grande pergunta que tomou conta da mesa, do programa e das redes sociais foi outra: quem vem depois dele? A tentativa de montar uma prateleira com os melhores jogadores do futebol brasileiro virou um verdadeiro campo de batalha de opiniões, provocações, revisões de critério e debates acalorados que escancararam algo muito maior do que um simples ranking.
Desde o início, ficou claro que não seria fácil. A discussão começou com uma pergunta aparentemente simples: quem é o melhor jogador do futebol brasileiro? Em poucos segundos, surgiram nomes como Neymar, Hulk, Gabigol, Coutinho, Andreas Pereira, Yuri Alberto, Vitor Roque e tantos outros. Mas bastou aprofundar um pouco para tudo virar confusão. Afinal, o que vale mais? Talento puro? O ano que o jogador fez? Títulos conquistados? Decisão em jogo grande?
O primeiro impasse surgiu justamente aí. Alguns defendiam que o ranking deveria levar em conta apenas o desempenho no ano. Outros queriam avaliar talento, independentemente de números ou fase. A produção precisou até ajustar o enunciado para evitar um desastre maior. O que era para ser “o melhor jogador do futebol brasileiro” virou “o melhor jogador do futebol brasileiro em 2025”. Mesmo assim, a confusão estava armada.

Hulk, por exemplo, dividiu opiniões. Para uns, o atacante teve um ano abaixo do esperado, chegou a terminar como reserva em determinados momentos e não justificaria uma posição tão alta. Para outros, ainda é um jogador decisivo, forte e com peso no futebol nacional. Gabigol entrou na mesma discussão. Jogou pouco, teve um ano irregular, mas ninguém quis descartar totalmente um jogador com histórico decisivo, especialmente em jogos grandes.
A conversa ficou ainda mais intensa quando começaram a comparar atletas de clubes diferentes. Flaco López, do Palmeiras, foi lembrado como alguém que ajudou muito em fases importantes da temporada. Teve queda no final? Teve. Mas isso anula o que ele entregou ao longo do ano? Para alguns, não. Para outros, sim. O mesmo aconteceu com Coutinho, que teve um crescimento evidente na segunda metade da temporada, mas caiu justamente nos jogos mais decisivos, segundo parte da mesa.
Andreas Pereira virou outro ponto sensível. Oscilou, é verdade, mas foi lembrado por jogos em que praticamente comandou o ritmo do time, especialmente em confrontos grandes. Mesmo nos momentos ruins, foi visto como alguém que assumiu responsabilidade. Para alguns, isso pesa muito. Para outros, não o suficiente para colocá-lo acima de jogadores que decidiram títulos.
E quando o assunto chegou em Yuri Alberto, o clima mudou. O atacante foi lembrado como decisivo, mesmo jogando no sacrifício, lesionado, tomando remédio e ainda assim resolvendo final de Copa do Brasil. Fez gol, deu assistência, apareceu quando o time mais precisava. Para muitos, isso deveria colocá-lo automaticamente acima de vários nomes que tiveram números melhores, mas não decidiram nada.
A discussão ganhou contornos ainda mais intensos quando Neymar entrou no debate. Mesmo com menos jogos, foi citado como extremamente impactante na reta final. Para alguns, Neymar, mesmo sem jogar o ano inteiro, ainda é o jogador mais decisivo e talentoso do país. Para outros, não dá para colocá-lo no topo se ele não esteve presente durante boa parte da temporada. A mesa quase implodiu nesse momento.

Vitor Roque também dividiu opiniões. Jovem, impacto grande, jogos importantes tanto no Brasileiro quanto na Libertadores. Alguns achavam exagero colocá-lo tão alto. Outros defendiam que, olhando impacto e protagonismo, ele merecia sim uma posição de destaque. Caio Jorge apareceu como alternativa forte, principalmente pelo desempenho consistente no campeonato nacional, mesmo sem tanto brilho em competições continentais.
E como se não bastasse, ainda surgiram nomes como Pedro, Memphis, Mateus Pereira, Jorginho e Rayan, cada um puxando uma nova discussão. Jogador que ganha título tem que estar em cima? Jogador decisivo em final pesa mais do que regularidade ao longo do ano? Um único jogo pode definir uma temporada inteira?
A tentativa de organizar tudo virou quase uma missão impossível. Trocas foram feitas, desfeitas, refeitas. A produção liberava mais mudanças, o tempo passava, o nervosismo aumentava e a certeza de que alguém ficaria insatisfeito só crescia. Em vários momentos, ficou claro que qualquer ranking final seria alvo de críticas.
No meio disso tudo, uma coisa ficou evidente: o futebol brasileiro vive um momento de pluralidade. Não há um nome absoluto além de Arrascaeta. Há vários jogadores em níveis próximos, com características diferentes, impactos distintos e contextos que mudam completamente a leitura de quem está assistindo.
No fim, mais do que chegar a uma lista perfeita, o debate escancarou algo que o torcedor conhece bem: futebol não é matemática. É emoção, memória, contexto, gosto pessoal e, muitas vezes, paixão pelo clube. Por isso, toda prateleira gera revolta, discussão e engajamento. E talvez seja exatamente isso que torne esse tipo de debate tão viciante.
Arrascaeta pode até ser consenso. Mas do segundo ao décimo quinto, a briga está longe de acabar. E se depender do torcedor, essa discussão ainda vai render muito barulho.
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